Crítica: Coringa
O filme “Coringa” foi lançado em 3 de outubro de 2019 no Brasil,
sendo dirigido por Todd Phillips, o roteiro feito pelo mesmo, ao lado de Scott
Silver e protagonizado por Joaquin Phoenix, o filme recebeu várias críticas
polêmica em relação ao seu alto nível de violência, sendo recomendado para
maiores de 16 anos. Apesar disso, sabemos que muitos menores de 16 (como eu)
assistiram a trama.
Vale ressaltar a questão política que é retratada no filme,
que a saúde mental do Coringa só piora quando os cortes feitos pelo governo,
fazendo a clínica que o personagem se tratava fechar e ele perder o
acompanhamento de seus remédios.
A minha opinião é que o filme é bom, atuação
impecável, ótimo jogo de câmera, nos fazendo ver bem a cena, trilha sonora não
tenho nem o que falar e ainda nos faz arrepiar a cada cena. Algumas cenas nos
faz acreditar que o que estamos vendo é real, nos trazendo o horror, o real
terrorismo presenciado pelas pessoas do filme, que é passado quando o Coringa
começa a agir, o que pode ser insignificante para uns e ruim para outros.
Uma
cena que impactou muito foi a cena do programa, que nos faz entender o que o
personagem sente, e principalmente, nos faz refletir, além de citar sobre a
ridicularização que algumas pessoas famosas por vídeos e memes passam. E uma
frase que faz sentido e chamou muita atenção foi: “A pior parte de ter uma
doença mental é que as pessoas esperam que você se comporte como se você não
tivesse” uma frase que nos faz refletir e que, de uma forma ou outra, acaba se
tornando verdade. Uma frase que representa muito a nossa realidade é: “As
pessoas só gritam e berram uma com as outras e ninguém nunca é educado” e
realmente, hoje em dia é difícil achar alguém que não passe a perna do outro
para conseguir o que quer.
O filme nos faz entender que o Coringa foi um monstro
que a sociedade criou, por causa de seu preconceito, coisificação, falta de
empatia e exclusão social. A principal lição que devemos aprender com o filme é: Devemos nos unir para uma sociedade melhor. Não devemos deixar de lado doenças como essas, e fazer o possível para ajudar essas pessoas!





